“Vamos
unidos defender a memória de Brizola e do Trabalhismo”
Não é de hoje que a memória de Brizola e do Trabalhismo vem sofrendo
ataques. Em toda a sua história de lutas e de compromissos com a nação
brasileira, com seu povo e, em especial, com os mais humildes, Brizola
sempre sofreu a perseguição dos poderosos, de setores da mídia e das
elites sem interesse em um projeto de desenvolvimento nacional.
Nos últimos tempos, algumas iniciativas espantam por sua desfaçatez e
total desrespeito ao legado do líder trabalhista. As matérias veiculadas
no jornal O Globo, tomando por base relatórios divulgados por órgãos da
repressão, lançaram, de maneira irresponsável, suspeitas absolutamente
infundadas sobre Brizola.
O
cancelamento da construção do Memorial Leonel Brizola, na Avenida
Presidente Vargas, pela Concessionária Metrô Rio, foi um duro golpe na
idéia de preservar não apenas a memória, mas a história e as realizações
do líder do PDT.
A
“transferência” do Centro de Estudos Supletivos José Carlos Brandão
Monteiro, fundado em 92 por Leonel Brizola como escola de horário
integral voltada para a formação de mecânicos foi outra medida que
contribui para desconstruir Brizola. Desalojada, a escola agora funciona
precariamente em um galpão.
Com a recente aprovação pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro que
autoriza a venda de 75 terrenos pertencentes ao Metrô, a próxima vítima
poderá ser o CIEP Tancredo Neves, na Rua do Catete, o primeiro a ser
inaugurado pelo então governador Brizola.
Nós, brizolistas, trabalhistas, democratas e todos aqueles que
reconhecem o trabalho e a luta de Brizola não aceitamos essas ações. Não
aceitamos os ataques ao legado de um dos maiores líderes políticos da
história do Brasil.
É
hora de darmos um basta a isso tudo. Vamos unidos defender a memória de
Brizola e do trabalhismo!
Vamos todos participar de uma grande manifestação em frente ao CIEP
Tancredo Neves, no Catete, e impedir que seja praticado esse crime
contra a educação no Rio de Janeiro.