Deputado Paulo Ramos participa de ato em defesa da Petrobras e contra demissões de funcionários da estatal

O deputado federal Paulo Ramos (PDT-RJ) participou, nesta sexta-feira (7/2), de ato público em frente à sede da Petrobras, no Centro do Rio. A mobilização é em apoio a greve dos petroleiros, que completa sete dias, pela suspensão das demissões na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen-PR) e pelo cumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). A paralisação atinge 70 unidades da estatal em 13 estados.

Os participantes protestaram não apenas pelas mais de 900 demissões marcadas para ocorrer ainda em fevereiro, como também denunciaram o desmonte da estatal, que anunciou a venda de oito refinarias, além de subsidiárias, como a BR Distribuidora. O deputado Paulo Ramos foi um dos que denunciou o esquema de desmonte do patrimônio e o enfraquecimento da soberania nacional “Esse esquema tem aliados, e o principal aliado desse retrocesso, dessa entrega, desse desmonte do Estado é o deputado Rodrigo Maia. Cabe a nós denunciar. O deputado Rodrigo Maia, eleito pelo Rio de Janeiro, é do DEM, e o DEM é a expressão da direita. Na Assembleia Nacional Constituinte conseguimos restabelecer o monopólio estatal do petróleo. Olha o retrocesso. O presidente da Petrobras é um entreguista”, enfatiza.

Paulo Ramos também criticou a decisão do ministro Ives Gandra, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que determinou o bloqueio das contas dos sindicatos que participam da greve na Petrobras e liberou a estatal de fazer contratações temporárias. “Não à toa o Tribunal Superior do Trabalho fez o que fez para tentar acabar com a justa greve dos petroleiros. A greve não tem a ver só com as demissões. A greve é a defesa da soberania nacional. A defesa da Petrobras. Portanto, fora com os vendilhões da pátria. Fora Bolsonaro. Fora Guedes. Fora Rodrigo Maia. Fora presidente da Petrobras. Fora com todos eles. O povo na rua vai fazer com que eles recuem. E os petroleiros, hoje, dão esse exemplo”, defende o parlamentar.

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